Correlação da produtividade com a cultura de acidente zero

De acordo com a plataforma SmartLab, iniciativa do Ministério da Justiça do Trabalho e Organização Internacional do Trabalho, desde 2012 ocorreram mais de 5 milhões de acidentes notificados com trabalhadores de carteira assinada no Brasil, os fatais superam os 20 mil. O tempo de trabalho perdido com ausência destes mesmos colaboradores é de 442.444.386 dias. Já os gastos com o afastamento dos impossibilitados de exercer suas atividades ultrapassam 99 bilhões.

Eliminar acidentes de trabalho em sua totalidade é difícil, porém torna-se necessário tentar evitá-los a todo custo. Ações para combater estes episódios inesperados e medidas de segurança devem ser implementadas para impedir que eles aconteçam.

Negligenciar a segurança dos colaboradores, influencia diretamente na produtividade da empresa. Acidentes causam paralisações que são inevitáveis para o socorro dos envolvidos e restabelecimento da normalidade no ambiente de trabalho. Assim, a produtividade é afetada com a perda de tempo útil de produção.

Quando toda a organização adota hábitos empenhados na prevenção de danos aos seus funcionários e suas instalações, entende-se que fomenta a cultura do acidente zero. Através desse comportamento reduz os incidentes e como consequência, aprimora sua performance.

Por este motivo existe uma correlação entre esta cultura com a produtividade, pois cada acidente impacta negativamente no desempenho dos negócios. Deste modo, a cultura de acidente zero ao empenhar-se em preveni-los, colabora com a eficiência de produção.

A tecnologia também pode ser aplicada para precaver acontecimentos indesejados e aperfeiçoar a produtividade. Um exemplo é o SmartHSE, o inspetor inteligente desenvolvido pela Displace. O sistema composto por tecnologia de ponta tem muito para contribuir com empresas que precisam implementar a cultura da segurança.

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